21-23 JUL. 2017

SALVADOR/BA

 

Nosso evento visa uma produção teórico-prática em torno dos temas do direito à cidade e do direito de intervir artisticamente na cidade, a fim de explorar as bases do desenvolvimento cênico e urbano a partir do século XX, bem como os impactos no século XXI, com o intuito de repensar alguns procedimentos que fragilizam as relações sociais, ambientais e culturais.

Pretende-se, também, problematizar conceitos que tramitam na área da inovação e tecnologia com pesquisadores de diferentes áreas de conhecimento, mas tendo um denominador comum: a cidade, a arte, o teatro e seus entrelaçamentos na sociedade contemporânea.

Há ainda, a previsão do exercício pleno de acessibilidade e inclusão (cegos, surdos, deficientes físicos e outras pessoas com deficiência) para todo o evento, com reflexões acerca das dificuldades que essa intenção estabelece.

Progra_
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08h – 10h

Credenciamento

Onde: Reitoria da UFBA – Rua Augusto Viana, s/n – Canela

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10h – 12h30

Palestra: América Latina: arte, ação política no espaço público

Conferencista estrangeiro: Patricia Ariza (Colômbia) [palestra em espanhol]

Mediação: Nina Caetano – UFOP

Onde: Salão Nobre da Reitoria da UFBA – Rua Augusto Viana, s/n – Canela

 

Busca-se abordar a relação entre a arte, o espaço público e a politica na América Latina, ressaltando a prática dos movimentos artísticos e seus desenvolvimentos no continente, ressaltando, as caraterísticas desses espaços públicos latino-americanos como lugar para o experimento artístico no espaço público. Por esta perspectiva, visa-se compreender as mudanças que estão acontecendo nos últimos anos a partir das práticas cênicas no continente, por meio de artistas que utilizam a arte como espaço para o fazer político, visando as relações do sujeito com o espaço da cidade.

13h – 14h30 Almoço

14h30 – 16h30

 

Diálogo: Arte, Espaço Público e Imagem

Composição da mesa: Christina Fornaciari – UFV/ Ludmila Britto – Belas Artes – GIA – UFBA / Naira Ciotti – UFRN / Maicyra Leão – UFS / Paola Berenstein – Arquitetura – UFBA

Mediação: Ines Linke

Onde: Teatro Martim Gonçalves da Escola de Teatro da UFBA – Rua Araújo Pinho, 292 – Canela

 

No início dos anos 1960, o interesse pelos objetos e espaços do cotidiano expandiram o campo da arte gerando uma diversidade de propostas a partir dos conceitos de realidade e irrealidade; de imagem e movimento, de espaços públicos e experiências partilhadas. Nesta mesa estabelece-se um debate sobre as possíveis interações entre imagem e espaço publico, desdobramentos das investigações dos anos 1960/70, para abordar as relações entre arte e ambiente urbano. Reconsiderando a relação entre corpo, ação, lugar, monumento e paisagem, observando os fixos e fluxos presentes na cidade. Assim, pretende-se discutir a utilização dos espaços públicos e enfocar em processos relacionados ao campo das artes, da performance e do teatro, no intuito de promover diálogos interdisciplinares.

16h30 – 17h

Café

Onde: Foyer do Teatro Martim Gonçalves​ – Rua Araújo Pinho, 292 – Canela

17h – 19h

Apresentação dos Resumos

Onde: Pavilhão de Aulas do Canela – PAC-UFBA – Av. Reitor Miguel Calmon, s/n – Vale do Canela

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Apresentação de cinco trabalhos, com 15’ cada apresentador, referente ao Grupo de trabalho (GT):

A performatividade no espaço público.

Mediação: Christina Fornaciari

Apresentação de dez trabalhos, com 15’ cada apresentador, referente ao GT:

Arte como provocação política no espaço público

Mediação: Fabio Salvatti e Daniela Amoroso

 

20h

Ação artística: IMERSÃO 22 – coletivo A-FETO

Onde: Elevador Lacerda

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O primeiro elevador urbano do mundo é a inspiração desta performance imersiva, conectando os dois níveis da cidade e suas reverberações – função e efemeridade, trabalho e turismo, auto-imersão e comunicação, indivíduo e multidão, impulso e espacialidade, ação e compreensão, sensação e imagem. O tempo de permanência nas cabines de conexão base-topo – 22 segundos –, além dos quatro elevadores organizados em dois pares de dois, é o mote para ativar pulsões em padrões geométricos de crescente pluralidade e inteireza.
Concepção: Ciane Fernandes
Paisagem sonora: Felipe Florentino
Imagens: elenco
Edição de imagens e projeção: Victor Gargiulo
Performers/criadores: Beatriz Adeodato, Ciane Fernandes, Cláudio Lacerda, Diego Pizarro, Felipe Florentino, Leonardo Sebiani, Líria Morays, Ludimila Nunes, Maria Tuti Luisão, Luiz Thomaz Sarmento, Mariana Terra, Priscylla Lins, Ricardo Fagundes, Samara Cabral, Urânia Maia, Victor Gargiulo.

09h – 13h

Oficinas/intervenções – apenas para inscritos.

Oficina/intervenção 1: Caminhos d´água em espaços urbanos com Eloisa Brantes

Onde: Avenida Centenário, em frente ao Shopping Barra
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Oficina/intervenção 2: Práticas de Dança Corpomapa com Líria Morais

onde: UFBA-ONDINA-PAF 5 e adjacências – Avenida Adhemar de Barros, s/n – Ondina

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Oficina/intervenção 3: Performance art e site especificidade com Michele Louise Schiocchet

Onde: Escola de Belas Artes da UFBA e praça do Campo Grande – Avenida Araújo Pinho, 212 – Canela

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13h – 19h

Ação Artística: Performance Espaço do Silêncio com Nina Caetano

onde: em frente ao Espaço Cultural Alagados – Rua Direita do Uruguai (fim de linha), s/n – Uruguai​

 

Inspirada em um dos 30 diferentes espaços-gestos que compõem Ideia-Situação, proposta de Artur Barrio para a Documenta 11, Espaço do Silêncio é um gesto de denúncia e indignação.

Em Espaço do Silêncio, uma performer vestida de vermelho ocupa um espaço-lençol branco, no qual imprime cruzes. Cruzes vermelhas dão sequência à cruz que cerra sua boca. Ao longo da ação, são manipulados variados textos – que vão da listagem de mulheres mortas a um manifesto poético – relativos à violência sofrida por mulheres.

A performance tem duração de cerca de 07 horas e pode ser itinerante. Já foi realizada em diversas cidades: em Belo Horizonte, Ouro Preto e São João Del Rei, em São Paulo e em São Carlos, durante a II Bienal Internacional de Teatro da USP; também em São Paulo, durante o Festival De|generadas², entre outros eventos.

 

13h – 14h30 Almoço
14h30
ATENÇÃO:
SAÍDA DOS ÔNIBUS PARA O ESPAÇO CULTURAL ALAGADOS EM FRENTE AO FAROL DA BARRA​
15h30 – 17h30

Diálogo: Teatralidade, Cidade e Política

Composição da mesa: Eloisa Brantes Bacellar Mendes – UERJ / Rosangela Costa Araujo – NEIN – UFBA / Líria Morays – UFPB / Fabio Salvatti – UFSC

Mediação: Maria Fernanda Sarmiento – UFBA/Colômbia

Onde: Espaço Cultural Alagados (Rua Direita do Uruguai (fim de linha), s/n – Uruguai​) e Colégio Estadual Polivalente San Diego (Rua Luiz Régis Pacheco, s/n – Uruguai), com transmissão simultânea

 

Propõe-se abordar o teatro e outras manifestações cênicas, sociais e culturais que acontecem no espaço da cidade, tendo a perspectiva política como palco para a discussão. Dessa forma, visa-se apresentar diferentes manifestações cênicas que acontecem nos espaços públicos, trazendo as questões culturais, no caso do teatro de rua, as manifestações populares e religiosas, bem como, as manifestações com caráter político. No intuito de compreender as fricções que o espaço público provoca, tanto no artista, como no público. Por este viés, as abordagens serão tecidas a partir da ótica sociocultural e artístico, a fim de apresentar as caraterísticas cênicas que envolvem os diferentes discursos hegemónicos, e como o transeunte espectador se relaciona com as intervenções artísticas.

17h Término da Ação Artística – Performance Espaço do Silêncio com Nina Caetano
17h30 – 18h Café
18h – 20h

Apresentação dos Resumos

Apresentação de cinco trabalhos referente ao GT:

O teatro de rua a partir do olhar popular e contemporâneo

Mediação: Osvanilton Conceição

​Onde: Espaço Cultural Alagados

 

Apresentação de cinco trabalhos referente ao GT:

O corpo e suas perspectivas na arte pública.

Mediação: Naira Ciotti

​Onde: Espaço Cultural Alagados

20h
ATENÇÃO:
SAÍDA DOS ÔNIBUS PARA ​ RETORNAR​ ​A​ ​O FAROL DA BARRA EM FRENTE AO ESPAÇO CULTURAL ALAGADOS
21h30

Ação artística: Manaus – Eles estão bem mortos com Christina Fornaciari

Onde: Farol da Barra

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Manaus – Eles estão bem mortos é uma performance urbana que se vale da força da imagem para falar da morte causada pela mão do Estado brasileiro em instituições de cumprimento de pena. Diante de corpos empacotados, o espectador é silenciosamente convidado a questionar como sobreviviam? como morreram? quais suas afiliações de gênero, classe social e raça? porque estavam presos? A ação nomeada em função dos massacres de Manaus (2016) e do Carandiru (1992 – a frase título da obra foi retirada do livro “Cujo”, do artista Nuno Ramos, acerca do Massacre do Carandiru), busca, sobretudo, dar testemunho e visibilidade aos que morrem e aos que vivem em presídios.

09h – 13h Oficinas/intervenções – apenas para inscritos.

Oficina/intervenção 1: Caminhos d´água em espaços urbanos com Eloisa Brantes

Onde: Avenida Centenário, em frente ao Shopping Barra
 

Oficina/intervenção 2: Práticas de Dança Corpomapa com Líria Morais

Onde: UFBA-ONDINA-PAF 5 e adjacências – Avenida Adhemar de Barros, s/n – Ondina

 

Oficina/intervenção 3: Performance art e site especificidade com Michele Louise Schiocchet

Onde: Escola de Belas Artes da UFBA e praça do Campo Grande – Avenida Araújo Pinho, 212 – Canela

13h – 14h30 Almoço
14h30
ATENÇÃO:

SAÍDA DOS ÔNIBUS PARA O INSTITUTO CULTURAL BRASIL ITÁLIA EUROPA – ICBIE, EM FRENTE AO FAROL DA BARRA

15h30 – 17h30

Diálogo: Quem/Como tem/viver Direito à Cidade?

Composição da mesa: Nina Caetano – UFOP / Ines Linke – UFBA / Ciane Fernandes – UFBA / Carlos Alberto Ferreira – UFBA/Université Paris 3 – Sorbonne Nouvelle / Silvia Miranda – UFBA

Mediação: Cristina Gonçalves – atriz cega do Grupo Noz Cego / Gláucio Machado Santos – UFBA

Onde: Instituto Cultural Brasil Itália Europa – ICBIE – Rua Júlio David, 57 – Ribeira​

 

Propõe-se através desta mesa discutir os direitos à cidade, pensando, primeiramente, nos transeuntes que consomem e vivenciam a cidade por diferentes formas e formatos de urbanização. Atualmente, percebe-se que, o fenômeno urbano reflete hoje sua enormidade, tanto pela perspectiva prática do desenvolvimento, quanto pelas teorias vigentes entre os teóricos em atividade, desde o período da modernização. Por isso, diante da necessidade de discussão acerca deste tema, torna-se elementar apresentar questões e indagações do sujeito transeunte a partir dos diferentes públicos que praticam a urbe, por exemplo, as pessoas com deficiência, os mendigos, os moradores de rua, os artistas de rua, enfim, o transeunte de forma geral que são os verdadeiros consumidores do espaço urbano. São por estes atravessamentos que trazemos como pergunta: Quem tem direito à cidade? Como viver à cidade?

17h30 – 18h Café
  Apresentação Artística: Binóculos com Líria Morays

 

Dança para assistir à distância. O que é possível ver, borrar, localizar, centralizar ou sentir a desaparição ao mirar a paisagem urbana? Solo de dança para ser acompanhado de olhares “ao longe” ou “de muito perto”, realizado na rua numa paisagem urbana pré-determinada antes da apresentação.

Concepção e performance: Líria Morays

Captura de áudio: Felipe André Florentino

18h – 20h

Apresentação dos Resumos

Apresentação de dez trabalhos referente ao GT:

Quebrando o palco, saindo pra rua: experiências e praticas artísticas no espaço público.

Mediação: Marcelo Sousa Brito e Ivani Santana

Apresentação de cinco trabalhos referente ao GT:

Projetos urbanos de arte efêmera.

Mediação: Michele Louise Schiocchet

20h
ATENÇÃO:

SAÍDA DOS ÔNIBUS PARA RETORNAR AO FAROL DA BARRA, EM FRENTE AO ICBIE

22h

Festa de encerramento: Coletivo A RODA, coletivo águademeninos, Dj Enjolras de Oliveira e Dj Nina Caetano​

Onde: ​COMMONS STUDIO BAR – Rua Odilon Santos, 224 – Rio Vermelho

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A Roda é um coletivo, festa itinerante, aglomerado, rede de artista [dentro ou fora do eixo]. Ou uma forma perfeita para mexer a pelve, o esqueleto e animar sua kundalini. Entre na roda, dance, cante e vibre. “Vamos abrir a roda…enlouquecer.”

Djs: Bernardo Santos (@Betc) e Bela Amado (@Calangotango)

águademeninos: A feira apresenta-se como um símbolo da cultura popular regional soteropolitana devido à sua relevância estética na formação do referencial imagético e sensorial do absurdo baiano. Assim, “água-de-meninos” – antigo nome da feira de são joaquim – se torna um referencial à busca pelo conectar-se à amplitude poética afro-baiana, no que se trata de som e movimento.

O projeto é uma pesquisa baseada na estética lo-fi que busca a catalogação de elementos sonoro-visuais regionais, influenciando-se por eles e utilizando recursos eletrônicos como possibilidade de experimentação. A inserção dos samples atua como um artifício de investigação das sonoridades da feira, invocando o cenário imagético da mesma enquanto atmosfera. A partir disso são incorporados o groove, os bordões do samba, claves percussivas e minimal beats.

Surgindo da colaboração de quatro artistas com linguagens diferentes, água de meninos permeia entre o lo-fi hip hop, chillout, noise e ritmos afro-brasileiros. O projeto é formado por Lucas Carvalho (violão, synth, pads), Ramon Gonçalves (guitarra, baixo, beats), Théo Charles (synth, violão, percussão orgânica) e Antônio Társis (artista visual).

Nina Caetano – DJ afro femininja Shaitemi Muganga faz parte do quarteto performático Obscenidades na Pista, composto, ainda, pelo VJ Aindadá e por FRida DJ e DJota. Com esta última, desenvolve um projeto de discotecagem feminista, já tendo atuado em variados eventos, como Zona Lamm – Laboratório de Artes Musicais para Mulheres, a DiversaS – Mostra Feminista de Arte e Resistência e a Semana Hip Hop: empoderamento feminino. Discotecagem amorosa, que vai do samba e do coco ao rap, funk, soul e afrobeat, passeando por diversas sonoridades do mundo. Afro groove para balançar a noite inteira.

Enjolras de Oliveira – DJ, amante de boa música, toca principalmente disco, black music, samba, pop-rock, brega e música eletrônica. O DJ promete uma grande revisitacão de músicas nacionais e internacionais dos anos 70, 80 e 90 com hits que marcaram história. Animador de vários bares da década 90 em Salvador, volta em 2017, especialmente no Urbarte, para abrilhantar a nossa festa

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Os interessados em apresentar trabalhos devem se inscrever preenchendo o formulário abaixo até 30 de abril indicando um dos seguintes GTs:

O teatro de rua no Brasil apresenta-se tão diversificado que é possível estabelecer diferentes formas de desenvolvê-lo, investigá-lo e difundí-lo. Pensando por esse viés, este GT propõe um encontro de artistas-pesquisadores interessados em apresentar pesquisas, propostas e reflexões que têm como objeto central o teatro de rua na cena contemporânea e o teatro de rua e sua aproximação com temáticas e manifestações da cultura popular brasileira.

Pretende-se discutir as diversas performatividades que ocorrem no espaço público, sejam aquelas provenientes do cotidiano, das manifestações religiosas ou dos ritos populares, até os trabalhos reconhecidos como “site specific”, “performance art” ou intervenções. Pretendemos, também, estimular o diálogo sobre o hibridismo da ação performativa na cidade.

Este grupo de trabalho tem como objetivo colocar em diálogo reflexões sobre diversas formas de realizar processos criativos referentes a intervenções artísticas que tenham interesse em romper com os comportamentos autoritários, unilaterais, autômatos, alienantes, hegemônicos e/ou patriarcais que dominam os espaços públicos das nossas cidades. Esperamos que essas relações sejam refletidas nos debates do presente grupo.

Visando acompanhar o crescente volume de experiências e práticas artísticas que se apropriam dos espaços públicos e abertos para o desenvolvimento das artes e para o levantamento de proposições teórico-práticas que tem como referência a dinâmica e os atravessamentos próprios da rua, este GT propõe o encontro de artistas-pesquisadores que possam apresentar estudos de caso e pesquisas que têm como objeto de investigação experiências e práticas artísticas nos espaços públicos e abertos.

Propõe-se a apresentação e discussão de projetos realizados e pensados no âmbito artístico das cidades, desde as intervenções, instalações, grafite, pichação, artivismo, performance, flashmob, etc. Ações que visam uma provocação imediata no contexto da urbe, desde assuntos relacionados ao ecossistema até aqueles mais próximos dos projetos de urbanização.

Este grupo pretende discutir como o corpo é colocado em intervenções ou ações artísticas no espaço público desde os povos originários da América com esculturas totêmicas, murais e outras manifestações, passando pela herança greco-romana até as manifestações mais contemporâneas das artes. Esse corpo reflete as subjetividades sociais de cada cultura e, colocado no espaço público, permite realizar leituras da relação das sociedades com suas corporeidades. Este grupo de pesquisa pretende reunir visões sobre a utilização, idealização e configurações da corporeidade humana através das manifestações da arte em espaços públicos.

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As OFICINAS acontecem simultaneamente tendo 4h de duração por dia, totalizando 8h. Elas são destinadas a artistas, estudantes, educadores e pesquisadores de todas as áreas. Há 15 vagas disponíveis em cada oficina e para participar será necessária inscrição.

Oficina de performance baseada na ação política de transportar água pela cidade. O esforço de carregar água evoca uma memória dos espaços que precede o conforto das torneiras domésticas. A relação entre objetos/suportes da água, movimentos corporais e trajetórias de deslocamento será desenvolvida a partir de elaborações estéticas e reflexões sensíveis sobre a água como bem comum.

NECESSIDADES: os participantes necessitarão portar roupas maleáveis que possam ser molhadas, baldes para o transporte de água ou sacos de lixo. Podem levar toalhas para se secarem (quem quiser).

Corpomapa é um conjunto de reflexões que partem da possibilidade de instigar a escuta do dançarino diante de um determinado lugar para fins compositivos. Constitui-se numa tríade de entendimentos entre os planos de relação da superfície (os sentidos de quem dança x sons, odores, cores, texturas do lugar), da dimensão (o contexto social do lugar x o lugar no mundo de quem dança) e do recorte (as escolhas criativas que se dão no encontro junto à realidade de um dado lugar). O workshop tem uma abordagem prática voltada para a investigação de modos de compor em dança pela improvisação que se estabelecem entre quem dança e o lugar em qual dança. Trata-se de estudos do direcionamento da atenção do dançarino para aspectos internos e externos ao seu corpo no encontro com lugares específicos da cidade.

NECESSIDADES: os participantes necessitarão portar roupas maleáveis para trabalho em contato direto com o chão, ora a oficina acontecerá em lugares lisos, ora em lugares ásperos, dessa forma, sugere-se um calçado para proteger o pé.

Através de uma abordagem transdisciplinar, algumas relações entre performance art e site especificidade serão investigadas. Para tal, consideraremos a interação com espaços literais da cidade assim como as possíveis formas de presença ou níveis de presença/incidência propiciados pelo uso de dispositivos digitais.
A ênfase da oficina/intervenção é em como a estruturação formal das performances (técnicas, meios e procedimentos) interage com modos de pensar e as questões socioculturais na cidade.

NECESSIDADES: os participantes necessitarão portar roupas maleáveis e trazer material para documentação de qualquer mídia, desde caneta e papel até câmeras e gravadores.

INSCRIÇÕES PARA OFICINAS ENCERRADAS.
A seleção é por ordem de chegada das solicitações.

COMISSÕES

 

COMISSÃO CIENTÍFICA:
Dr. Gláucio Machado Santos – UFBA
Drª Ines Linke – UFBA
Drª Elvina Maria Caetano Pereira (Nina Caetano) – UFOP
Drª Ciane Fernandes – UFBA

BOLSISTAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA – Escola de Teatro da UFBA:
Alice Maria de Souza Dantas Gramacho Navarro
Dadiele Lima Cardoso
Júlia Anastácia Silva Barbosa

COMISSÃO ORGANIZADORA:
Dr. Gláucio Machado Santos – UFBA
Dr. Osvanilton Conceição – UFBA
Dr. Érico José Sousa de Oliveira – UFBA
Me. Carlos Alberto Ferreira da Silva – UFBA
Ma. Maria Fernanda Sarmiento Bonilla – UFBA
Ma. Milena Arruda Flick – UFBA

BOLSISTAS PERMANECER – Escola de Teatro da UFBA:
Danilo Lima de Souza
Simone Pereira Portugal Souza

BOLSISTA PIBIExA – IHAC-UFBA
Herbert Carlos da Silva​

 

INFORMAÇÕES:
urbarteufba@gmail.com